Em publicação nas redes sociais, equipe policial relembrou as mais de quatro horas de negociação e destacou o reencontro da criança com a mãe.
A Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Posse publicou nas redes sociais um relato sobre os momentos de tensão vividos durante a ocorrência com reféns registrada na terça-feira (6), no distrito de Rosário, no município de Correntina, no oeste da Bahia.
Na mensagem, a equipe relembrou que uma criança autista permaneceu por mais de quatro horas sob a mira de uma arma. Segundo os policiais, a situação exigiu equilíbrio, preparo e decisões cuidadosas para garantir a segurança das pessoas envolvidas.
A publicação destaca que, durante toda a operação, a prioridade foi preservar vidas e conseguir a libertação dos reféns.
A CPE também relatou que a dimensão da ocorrência só foi percebida após o fim do perigo, quando a tensão diminuiu e a criança pôde voltar em segurança para os braços da mãe.
“Um filho voltou para os braços de sua mãe. E talvez não exista resultado maior que esse”, destacou a corporação.
A mensagem foi acompanhada de uma reflexão sobre a responsabilidade dos policiais em situações de risco e a importância do controle emocional durante operações dessa natureza.
Relembre o caso
A ocorrência aconteceu na terça-feira (6), quando um homem manteve familiares reféns em uma residência no distrito de Rosário.
Após horas de negociação, os reféns foram libertados sem ferimentos. Posteriormente, houve um confronto, e o homem foi baleado. Ele foi socorrido e encaminhado ao hospital de Posse, em Goiás, mas não resistiu aos ferimentos.

